Às vezes encasqueto com algumas coisas bizarras (Bizarro??? Jura???) Tipo, porque alguns livros são tããão famosos? Foi pensando nisso que li O apanhador no campo de centeio (The Catcher in the Rye), de J.D. Salinger. Tem todo um mito de que era o livro que o assassino de John Lennon carregava no bolso quando deu atirou nele e aí fica todo mundo pensando: Putz! É um livro de homicidas, deve ser muito psicótico.
Não é nada disso. É um livro brilhante pela linguagem que o autor adota que não é exatamente ousada, talvez fosse original à época do lançamento (1951), mas é irritantemente mantida num nível extremo de domínio do início ao fim do livro. Irritante porque você se irrita com a forma de falar, cheio de gírias e exageros, do personagem principal, um adolescente de 16 anos. E isso é uma estratégia do autor, muito bem pensada e executada. Mas impressionante mesmo é o autor conseguir manter essa linguagem o livro inteiro!
Bem, por isso é um clássico, não pelo mito ridículo de ser um livro de psicopatas homicidas.
Há um outro livro que tentei conferir (JURO!), mas não deu. É Ulysses de James Joyce. Tá já faz uns oito anos que eu tentei conferir, mas desde então a lembrança nítida daquele tijolo absurdamente confuso ainda não despregou da minha memória. Li 60 páginas e parei. Um dia, talvez, consiga ler tudo.
O próximo livro que quero conferir o motivo de sua classicidade (não sei se essa palavra existe, mãs...) é A insustentável leveza do ser de Milan Kundera. Lançado em 1984, é uma ficção de fundo filosófico e existencialista, de acordo com a Wikipédia. Vamos ver...
As aventuras de Uma Foca em intercâmbio acadêmico no Chile. Vida errante e aprendante pelo mundo.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Teatro, uma nova paixão
Já falei do ballet e da música e agora vou falar de mais uma paixão. E essa é tão nova quanto o ballet. O teatro entrou na minha vida há alguns meses através da Oficina Permanente de Teatro da UFSC. Confesso que nunca antes havia demonstrado interesse em teatro e muito pela experiência traumatizante do teatro que se faz no colégio, principalmente no ensino fundamental.
Ok, eu odiava teatro! Graças aos professores do colégio Marista que obrigavam os alunos a participarem das peças ridículas que eles desencavavam sei lá de onde, e montavam sem a menor direção, nem cenários decentes, nem nada que impedisse o sentimento eterno de #vergonhaalheia que permanece até hoje daquelas peças medonhas.
Mas fui salva pela UFSC. Quando retomei minha vida artística em 2010, como bolsista de um coro madrigal, participei de duas temporadas da peça As Luas de Galileu Galilei como cantora. Não seria nada demais se um acaso não me tivesse apresentado ao teatro musical, através do Mozart, L'Opera Rock. Foi me interessando, a princípio pelas músicas deste musical francês, em seguida pela interpretação, e vendo que a participação dos cantores na peça seria mais interessante se eles atuassem que resolvi me meter com o teatro.
E que mundo é esse no qual parece que me encaixo perfeitamente? Nunca me senti tão em casa como me sinto no teatro, compartilhando o palco e momentos maravilhosos com amigos queridos. O Teatro me ensina a ser mais humana, mais inteira e completa, ensina a observar e aprender sobre as pessoas, me trouxe grandes amigos e experiências maravilhosas.
Recomendo a quem queira aprender mais sobre a vida: faça teatro.
Ok, eu odiava teatro! Graças aos professores do colégio Marista que obrigavam os alunos a participarem das peças ridículas que eles desencavavam sei lá de onde, e montavam sem a menor direção, nem cenários decentes, nem nada que impedisse o sentimento eterno de #vergonhaalheia que permanece até hoje daquelas peças medonhas.
Mas fui salva pela UFSC. Quando retomei minha vida artística em 2010, como bolsista de um coro madrigal, participei de duas temporadas da peça As Luas de Galileu Galilei como cantora. Não seria nada demais se um acaso não me tivesse apresentado ao teatro musical, através do Mozart, L'Opera Rock. Foi me interessando, a princípio pelas músicas deste musical francês, em seguida pela interpretação, e vendo que a participação dos cantores na peça seria mais interessante se eles atuassem que resolvi me meter com o teatro.
E que mundo é esse no qual parece que me encaixo perfeitamente? Nunca me senti tão em casa como me sinto no teatro, compartilhando o palco e momentos maravilhosos com amigos queridos. O Teatro me ensina a ser mais humana, mais inteira e completa, ensina a observar e aprender sobre as pessoas, me trouxe grandes amigos e experiências maravilhosas.
Recomendo a quem queira aprender mais sobre a vida: faça teatro.
domingo, 27 de novembro de 2011
Mahagonny em vídeo
Montagem com alunos da Oficina Permanente de Teatro do DAC e do Curso de Cênicas - CCE, da Universidade Federal de Santa Catarina, texto de Bertolt Brecht. Direção de Carmen Fossari. Na gravação as cores ficaram alteradas.
Parte1
Parte 2
Parte 3
ELENCO
ANA PAULA LEMOS - Jenny
ANDHERSON SOUZA- Coro Masculino
ANTONIETA MERCÊS DA SILVA - Coro
DANIEL LOPES BRETAS - Coro Masculino
FERNANDO CORREIA- CHAPLIN
GISLAINE BALLS - Coro
JAIME BEZERRA DO MONTE - Joseph
JULIANA FRANDALOZO -- Um tal Bert Brecht
FLORA MORITZ -- Willy
IRIS KARAPOSTOLIS -- Cantora e - Maysa Trindade Procuradora
JACQUE KREMER - Leokadja Begbick
LAURA GILL PETTA --Coro Feminino
LECHUZA KINSKI- Coro Feminino
LUIS TINOCO- Jackob
MÁRCIA CATTOI- Coro Feminino
NEIVANIA THEODORO- Coro Feminino
ROBERTO MOURA - Heidrich
ROBSON WALKOWSKI- Paul
FICHA TÉCNICA
Figurino e Cenário: O Grupo
Cenotécnico Luz e Som: Normando Amazonas
Operador de Som: Neusa Borges
Cartaz: Márcia Cattoi
Fotolito: Michele Millis
Impressão: Imprensa Universitária
Promoção: DAC e Festival Isnard Azevedo FFC- PMF
Gravação Eberson dos Santos
Operador de Audio Visual: Ivana Fossari
Sonoplastia: Calu
Efeitos Tecnicos de Palco: Gislaine Aparecida Bahls
Mixagem Som: Sérgio Bessa
Preparação de Canto: Ive Luna
Fotografia: Marcelo Pereira e Calu
Iluminação, Redigitalização das Imagens e Direção Geral: Carmen Fossari
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Rapidinhas #07 Ações e suas consequências
Cada ação é precedida de uma reação. Isaac Newton quando descreveu essa lei da física talvez não imaginasse que ela teria sentido filosófico também. A psicologia também descreve coisa parecida. Na prática é o seguinte que observo:
- Se você está numa discussão e altera a voz, a reação imediata do seu oponente é alterar a voz também.
- Violência gera violência. Sim, a menos que alguém quebre este ciclo conscientemente, a reação natural é reagir com violência a um ato igual.
- Na prática, isso é comprovado com pesquisas: Se um ambiente está limpo e preservado, a tendência das pessoas é mantê-lo assim. Se o lugar está sujo e depredado, a reação das mesmas pessoas é sujar e depredar mais.
- No trânsito, se um motorista move sua mão em direção ao centro do volante, vulgarmente chamado de buzina, os outros vão reagir imediatamente movimentando suas mãos e repetindo harmonicamente o mesmo gesto, gerando, entretanto, uma resposta caótica e ineficiente de protesto contra nada e ninguém.
- Se você está numa discussão e altera a voz, a reação imediata do seu oponente é alterar a voz também.
- Violência gera violência. Sim, a menos que alguém quebre este ciclo conscientemente, a reação natural é reagir com violência a um ato igual.
- Na prática, isso é comprovado com pesquisas: Se um ambiente está limpo e preservado, a tendência das pessoas é mantê-lo assim. Se o lugar está sujo e depredado, a reação das mesmas pessoas é sujar e depredar mais.
- No trânsito, se um motorista move sua mão em direção ao centro do volante, vulgarmente chamado de buzina, os outros vão reagir imediatamente movimentando suas mãos e repetindo harmonicamente o mesmo gesto, gerando, entretanto, uma resposta caótica e ineficiente de protesto contra nada e ninguém.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Hoje é dia de viver!!!
Não tem filosofia de vida melhor nem mais importante que viver! Hoje, o HOJE é o dia de viver.
E sobre isso, meus caros amigos de pensamento concordam:
Se trata que tanto he vivido, que quiero vivir otro tanto (Pablo Neruda)
Eu fui à Floresta porque queria viver livre. Eu queria viver profundamente, e sugar a própria essência da vida... expurgar tudo o que não fosse vida; e não, ao morrer, descobrir que não havia vivido (H. D. Thoureau)
Em homenagem a isso, fiquem com Cazuza neste dia 11/11/2011, às 11h11min.
Vida louca vida
Vida louca vida
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Vida louca vida
Vida imensa
Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa
Se ninguém olha quando você passa
Você logo acha "Eu tô carente"
"Eu sou manchete popular"
Tô cansado de tanta babaquice, tanta caretice
Desta eterna falta do que falar
Se ninguém olha quando você passa
Você logo acha que a vida voltou ao normal
Aquela vida sem sentido, volta sem perigo
É a mesma vida sempre igual
Se niguém olha quando você passa
Você logo diz "Palhaço"
Você acha que não tá legal
Corre todos os perigos, perde os sentidos
Você passa mal
Vida louca vida
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Vida louca vida
Vida imensa
Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa
Se ninguém olha quando você passa
Você logo acha "Eu tô carente"
"Eu sou manchete popular"
Tô cansado de tanta caretice, tanta babaquice
Desta eterna falta do que falar
Vida louca vida
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Vida louca vida
Vida imensa
Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa
E sobre isso, meus caros amigos de pensamento concordam:
Se trata que tanto he vivido, que quiero vivir otro tanto (Pablo Neruda)
Eu fui à Floresta porque queria viver livre. Eu queria viver profundamente, e sugar a própria essência da vida... expurgar tudo o que não fosse vida; e não, ao morrer, descobrir que não havia vivido (H. D. Thoureau)
Em homenagem a isso, fiquem com Cazuza neste dia 11/11/2011, às 11h11min.
Vida louca vida
Vida louca vida
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Vida louca vida
Vida imensa
Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa
Se ninguém olha quando você passa
Você logo acha "Eu tô carente"
"Eu sou manchete popular"
Tô cansado de tanta babaquice, tanta caretice
Desta eterna falta do que falar
Se ninguém olha quando você passa
Você logo acha que a vida voltou ao normal
Aquela vida sem sentido, volta sem perigo
É a mesma vida sempre igual
Se niguém olha quando você passa
Você logo diz "Palhaço"
Você acha que não tá legal
Corre todos os perigos, perde os sentidos
Você passa mal
Vida louca vida
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Vida louca vida
Vida imensa
Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa
Se ninguém olha quando você passa
Você logo acha "Eu tô carente"
"Eu sou manchete popular"
Tô cansado de tanta caretice, tanta babaquice
Desta eterna falta do que falar
Vida louca vida
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Vida louca vida
Vida imensa
Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Vale a pena ir ao cinema
Dois filmes brasileiros merecem um post de cinema: O homem do futuro e O Palhaço. Produções muito boas, roteiros interessantes. O cinema do Brasil finalmente se despregou da pornochanchada e começa a adquirir identidade com histórias originais e cativantes e claro, atuações impecáveis.
O roteiro é bom, faz pensar e diverte. Mesmo que não fosse, Wagner Moura e sua atuação brilhante justifica qualquer roteiro. Da paranóia de um cientista maluco de meia idade até um garoto gago e tímido, ele é absolutamente convincente. Mas, convincente é uma palavra dura demais para definir o trabalho do cara. Ele é fantástico! Aquilo que você espera ser depois de estudar muito e atuar prá caramba no teatro.
A comédia é uma produção da Conspiração Filmes e conta a história de Zero (Wagner), um cientista que acaba voltando ao passado e tem a chance de mudar sua história. Alinne Moraes é Helena, a namorada de Zero na época de faculdade que o humilha publicamente em uma festa. Dividido entre mudar e não mudar a história, as idas e vindas de Zero rendem cenas hilárias e emocionantes.
Se você não foi ver no cinema, perdeu, porque agora só DVD. Veja o trailer abaixo:
Cansado de ter de resolver todos os problemas do circo, Benjamim é um palhaço em crise de consciência, sem identidade, CPF e comprovante de residência, que sonha em ter um ventilador. Até que decide largar o circo para ir atrás de um sonho ou de um ventilador.
Trailer abaixo:
O homem do futuro
A pessoa pensa: Porque fazer um filme de viagem no tempo depois de Back to the future 1, 2 e 3, e ainda por cima no Brasil? Até eu fiquei com um pé atrás. Mas, a música do Renato Russo, Tempo Perdido, no trailer me cativou e apostei. Até porque, difícil uma produção, até mesmo novela brasileira, que dê valor ao rock nacional. O roteiro é bom, faz pensar e diverte. Mesmo que não fosse, Wagner Moura e sua atuação brilhante justifica qualquer roteiro. Da paranóia de um cientista maluco de meia idade até um garoto gago e tímido, ele é absolutamente convincente. Mas, convincente é uma palavra dura demais para definir o trabalho do cara. Ele é fantástico! Aquilo que você espera ser depois de estudar muito e atuar prá caramba no teatro.
A comédia é uma produção da Conspiração Filmes e conta a história de Zero (Wagner), um cientista que acaba voltando ao passado e tem a chance de mudar sua história. Alinne Moraes é Helena, a namorada de Zero na época de faculdade que o humilha publicamente em uma festa. Dividido entre mudar e não mudar a história, as idas e vindas de Zero rendem cenas hilárias e emocionantes.
Se você não foi ver no cinema, perdeu, porque agora só DVD. Veja o trailer abaixo:
O Palhaço
Com direção e atuação de Selton Mello, corre que tá em cartaz no cinema. E vale o ingresso! O roteiro original e divertido conta a história de Benjamim (Selton Mello), que forma com seu pai, Valdemar (Paulo José), a fabulosa dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue. Junto com a trupe do Circo Esperança, eles percorrem as estradas de terra do interior do Brasil, ganhando a vida de paragem em paragem.Cansado de ter de resolver todos os problemas do circo, Benjamim é um palhaço em crise de consciência, sem identidade, CPF e comprovante de residência, que sonha em ter um ventilador. Até que decide largar o circo para ir atrás de um sonho ou de um ventilador.
Trailer abaixo:
Rapidinhas #06
- É estranho seu horóscopo acertar de vez em quando. Mais estranho ainda é ele acertar o tempo todo.
- Os acadêmicos são tão preçunsosos que pensam saber mais sobre você do que seu horóscopo. Mas, no fundo sempre se deixam enganar pelas aparências do pseudo-cultismo.
- Pessoas sempre são pessoas e nunca serão animais por menos humanos que sejam. Porque humanidade é isso.
- Na verdade, não existe o bem da humanidade. Existe o bem para determinados grupos de poder, e se for bom para a humanidade é sorte mesmo.
- O Tempo apaga várias lembranças, como se jogasse acetona nas fotos. Perdi várias fotos dos últimos seis anos que estavam em um HD que não funciona mais. Posso chamar meu HD de Tempo?
- Os acadêmicos são tão preçunsosos que pensam saber mais sobre você do que seu horóscopo. Mas, no fundo sempre se deixam enganar pelas aparências do pseudo-cultismo.
- Pessoas sempre são pessoas e nunca serão animais por menos humanos que sejam. Porque humanidade é isso.
- Na verdade, não existe o bem da humanidade. Existe o bem para determinados grupos de poder, e se for bom para a humanidade é sorte mesmo.
- O Tempo apaga várias lembranças, como se jogasse acetona nas fotos. Perdi várias fotos dos últimos seis anos que estavam em um HD que não funciona mais. Posso chamar meu HD de Tempo?
terça-feira, 25 de outubro de 2011
O dilema chileno
Quem acompanha o UmaFoca desde que ele nasceu pouco antes de ir pro Chile, já leu algumas vezes sobre os protestos de estudantes contra o sistema de educação no Chile.Mas, dessa vez indico a matéria de uma colega do Jornalismo da UFSC, a Joana Neitsch, que está trabalhando no jornal Gazeta do Povo. Muito boa, com um contexto que normalmente não se dá atenção nas matérias sobre o asssunto. Vocês podem ler a matéria toda no site da Gazeta. Abaixo um trechinho.
O dilema chileno
Estudantes brigam por igualdade no acesso à educação e pedem mais investimentos no setor, que ainda carrega marcas da ditadura militar
Manifestações e ostensiva presença policial se tornaram rotina nas principais ruas do Chile nos últimos cinco meses.
Bombas de gás lacrimogêneo, carros que lançam violentos jatos de água e presença dos carabineros (polícia nacional do país) são as respostas aos protestos dos estudantes universitários e secundaristas que reagem à realidade de um sistema educacional que é herança da ditadura militar, encerrada em 1990.
Entre as principais reivindicações dos manifestantes estão igualdade no acesso ao sistema educacional e mais investimentos na educação.
Leia tudo no site da Gazeta do Povo.
domingo, 16 de outubro de 2011
Auf nach Mahaggony!
Última oportunidade de assistir a peça Mahagonny, hj às 20h no teatro da UFSC. Elenco da OPT, direção de Carmen Fossari. Espero vocês lá!
Meu personagem é o próprio autor da peça, Bertolt Brecht. Ao lado uma foto no "cantinho do Brecht".
Tem fotos do espetáculo no blog da Carmen. Amanhã espero ter mais fotos do espetáculo prá vcs verem.
Meu personagem é o próprio autor da peça, Bertolt Brecht. Ao lado uma foto no "cantinho do Brecht".
Tem fotos do espetáculo no blog da Carmen. Amanhã espero ter mais fotos do espetáculo prá vcs verem.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
"No Brasil, somos cordiais, opiniões honestas são vistas na nossa cultura como sinônimo de grosseria, arrogância e mal estar."
Essa frase veio do portal terra que entrevistou o diretor de cinema Kléber Mendonça Filho, sobre a crítica cinematográfica. Recomendo
Essa frase veio do portal terra que entrevistou o diretor de cinema Kléber Mendonça Filho, sobre a crítica cinematográfica. Recomendo
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
rapidinhas#05
- Ira é uma banda de rock. Mas, de vez em quando, é um sentimento difícil de controlar. - Importante não é ter a resposta prá tudo. Mas, saber a pergunta certa para buscar respostas.
- O difícil de pensar é enxergar coisas que para a maioia não existem e ter de se fingir de míope para não estragar a amizade.
- O difícil de não adotar rótulos e buscar manter a mente livre de estereótipos é que sempre tem uma babaca para te rotular de alguma coisa.
sábado, 8 de outubro de 2011
Mahagonny!!!
Bertold Brecht é um cara engraçado. Escreveu muita coisa e é reconhecido por sua contribuição inestimável ao teatro. E porque ele é engraçado? Porque ele reescrevia várias e várias vezes uma mesma obra e deixava ela aberta para as pessoas modificarem à vontade.
Ascensão e queda da cidade de Mahagonny é uma dessas obras. Nascida como musical, passou a ópera e peça, com inúmeras montagens. E nessa semana - quinta, 13, e sexta, 14/10, às 23h, sábado e domingo, às 20h - nós da Oficina Permanente de Teatro da UFSC vamos apresentar uma delas no Festival ISNARD Teatro, adaptada e dirigida por Carmen Fossari. Leia mais aqui no blog da Carmen.
Meu personagem é o narrador da história, o próprio Brecht. Meu primeiro mergulho num personagem com características fortes, marcantes. Um desafio, realmente.
E faço uma pontinha com as moças de vida fácil, que chegam a Mahagonny cantando The song of Alabama. Essa música aí embaixo:
Ascensão e queda da cidade de Mahagonny é uma dessas obras. Nascida como musical, passou a ópera e peça, com inúmeras montagens. E nessa semana - quinta, 13, e sexta, 14/10, às 23h, sábado e domingo, às 20h - nós da Oficina Permanente de Teatro da UFSC vamos apresentar uma delas no Festival ISNARD Teatro, adaptada e dirigida por Carmen Fossari. Leia mais aqui no blog da Carmen.
Meu personagem é o narrador da história, o próprio Brecht. Meu primeiro mergulho num personagem com características fortes, marcantes. Um desafio, realmente.
E faço uma pontinha com as moças de vida fácil, que chegam a Mahagonny cantando The song of Alabama. Essa música aí embaixo:
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
METAAAAL! System Of A Down
System of a Down (SOAD) é uma banda de metal que surgiu em 1992 nos EUA. As músicas tem forte conteúdo político e social. É composta por Daron Malakian (guitarra, vocais), Serj Tankian (vocais, teclados), Shavo Odadjian (baixo) e John Dolmayan (bateria).
O System of a Down usa uma grande variedade de instrumentos, incluindo guitarra barítona, mandolins elétricos, cítaras, violões de doze cordas entre outros instrumentos asiáticos. Suas principais influências são as bandas mais antigas de rock alternativo, mas eles também foram influenciados pelo heavy metal, punk rock, jazz, fusion, música folk da Armênia, rock, rock clássico, blues e industrial. (Isso veio da wikipédia)
No último dia de shows no Rock in Rio, ontem, a banda botou o palco abaixo! Fiquem com Toxicity, um dos hits dessa banda incrível!
O System of a Down usa uma grande variedade de instrumentos, incluindo guitarra barítona, mandolins elétricos, cítaras, violões de doze cordas entre outros instrumentos asiáticos. Suas principais influências são as bandas mais antigas de rock alternativo, mas eles também foram influenciados pelo heavy metal, punk rock, jazz, fusion, música folk da Armênia, rock, rock clássico, blues e industrial. (Isso veio da wikipédia)
No último dia de shows no Rock in Rio, ontem, a banda botou o palco abaixo! Fiquem com Toxicity, um dos hits dessa banda incrível!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Rapidinhas#04
- "O jornalista tem que ler os poetas. Os poetas são a antena da raça. As coisas que passam acima da mediocridade, só os poetas percebem". (José Hamilton Ribeiro)
- "O jornalista só existe para mudar o mundo, para melhorar o mundo. Se não pensar assim, ele não existe" (José Hamilton Ribeiro, 76 anos, repórter. E vem me falar que ideologia é coisa de jovem ingênuo.)
- Não existe ingenuidade na ideologia. O que existe é ignorância no preconceito e no julgamento das ideologias.
- Definitivamente. Essa é uma palavra engraçada da qual falo mais tarde.
- "O jornalista só existe para mudar o mundo, para melhorar o mundo. Se não pensar assim, ele não existe" (José Hamilton Ribeiro, 76 anos, repórter. E vem me falar que ideologia é coisa de jovem ingênuo.)
- Não existe ingenuidade na ideologia. O que existe é ignorância no preconceito e no julgamento das ideologias.
- Definitivamente. Essa é uma palavra engraçada da qual falo mais tarde.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Jupem, nóis na TV
O Jupem, prá quem não conhece, é o Grupo Folclórico Polonês de Erechim, no Rio Grande do Sul. Um grupo que marcou minha adolescência e me fez crescer, pela intensidade, pelos grandes espetáculos, mas principalmente pelas pessoas grandiosas com as quais convivi no grupo. Um grupo cativante que une e reúne as pessoas, e uma vez que você se torna jupeniano, segue sendo jupeniano por toda vida.
Hoje, recebi um recado do Facebook de um amigo querido que é diretor artístico do grupo. Era o link de uma reportagem feita sobre o grupo para o programa Bom Dia Rio Grande. E qual não foi minha surpresa ao me reconhecer nas imagens editadas de espetáculos antigos? Aliás, não só eu, mas minha irmã e outros amigos queridos que compartilharam momentos maravilhosos.
Kochajmy sie!
Confere aí:
Hoje, recebi um recado do Facebook de um amigo querido que é diretor artístico do grupo. Era o link de uma reportagem feita sobre o grupo para o programa Bom Dia Rio Grande. E qual não foi minha surpresa ao me reconhecer nas imagens editadas de espetáculos antigos? Aliás, não só eu, mas minha irmã e outros amigos queridos que compartilharam momentos maravilhosos.
Kochajmy sie!
Confere aí:
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Idosos mais jovens que muito jovem
Maria Lango é uma jovem senhora de 91 anos. Muito mais jovem que muita gente de 19, 20, que conheço. Sabe tirar o melhor da vida e o tempo a ela só acrescenta mais prazer em viver. Ouço muita gente de 19, 20, cheia de preconceitos, julgando as pessoas pela idade, achando que nunca vão envelhecer, ou que sua vida está destinada a ser perfeita.
Bem, essa gente talvez não viva até a idade da Maria Lango, porque não estão impregnados de vida como ela. E agora mesmo, com 19, 20, estão semi-mortos. Pois quem vive julgando os outros esquece de viver a própria vida.
Ontem, na palestra do José Hamilton Ribeiro, o Zé Hamilton, jornalista dos mais brilhantes (vale um google), vi num senhor de 76 anos o brilho nos olhos de quem já viveu muito, mas quer viver muito mais.
E quando perguntei se ele faria cobertura de guerra outra vez, ele ficou pensando e disse:
- Olha, eu não poderia pela limitação física (ele perdeu uma perna ao pisar numa mina cobrindo a guerra do Vietnã), mas se pudesse, se houvesse tipo um jet ski voador, iria sim! Essa é a alma do repórter!
A estudante Maria Lango na sala de aula da Universidade Metodista
"Sempre fui alegre e otimista, mesmo com as dificuldades. Já tive épocas mais tristes, sim. Todos temos fases de grama murchinha.
Em 82, perdi meu marido e percebi o quanto faz falta uma companhia. Tive que reaprender a ficar sozinha e a procurar a companhia de pessoas, mas sem atrapalhar. Sou feliz. Só posso ser feliz. Tenho apoio da família em todos os sentidos e posso ir aonde eu quero e posso.
A maturidade faz com que a gente entenda melhor a vida e aprenda a se comunicar melhor com as pessoas, com mais gentileza. Você se dá conta de que aprende o tempo todo e que nem sempre pode fazer o que quer.
Minha saúde é boa, tirando a ferrugem. Muitas dores existem, nem todas têm remédio. Não estou sempre de bom humor, mas a maioria das vezes, sim.
A época vai mudando e temos que nos adaptar. Meu tempo não é aquele que passou, meu tempo é hoje, eu tenho o hoje. Tenho planos. Quero estar sempre de bem com a minha família e continuar convivendo com outras pessoas para aprender novos assuntos.
Voltei a estudar em 2000. Faço cursos na universidade da terceira idade. As terças e quintas, quando tenho aulas, são esperadas. Estudo direitos da terceira idade, mídias digitais e teatro. Gosto de todas as aulas."
Bem, essa gente talvez não viva até a idade da Maria Lango, porque não estão impregnados de vida como ela. E agora mesmo, com 19, 20, estão semi-mortos. Pois quem vive julgando os outros esquece de viver a própria vida.
Ontem, na palestra do José Hamilton Ribeiro, o Zé Hamilton, jornalista dos mais brilhantes (vale um google), vi num senhor de 76 anos o brilho nos olhos de quem já viveu muito, mas quer viver muito mais.
E quando perguntei se ele faria cobertura de guerra outra vez, ele ficou pensando e disse:
Vejam só a matéria de Juliana Vines, foto de Eduardo Knapp/Folhapress, publicada na Folha de S. Paulo, em 13/09/2011: Meu tempo não é aquele tempo que passou, meu tempo é hoje |
"Sempre fui alegre e otimista, mesmo com as dificuldades. Já tive épocas mais tristes, sim. Todos temos fases de grama murchinha.
Em 82, perdi meu marido e percebi o quanto faz falta uma companhia. Tive que reaprender a ficar sozinha e a procurar a companhia de pessoas, mas sem atrapalhar. Sou feliz. Só posso ser feliz. Tenho apoio da família em todos os sentidos e posso ir aonde eu quero e posso.
A maturidade faz com que a gente entenda melhor a vida e aprenda a se comunicar melhor com as pessoas, com mais gentileza. Você se dá conta de que aprende o tempo todo e que nem sempre pode fazer o que quer.
Minha saúde é boa, tirando a ferrugem. Muitas dores existem, nem todas têm remédio. Não estou sempre de bom humor, mas a maioria das vezes, sim.
A época vai mudando e temos que nos adaptar. Meu tempo não é aquele que passou, meu tempo é hoje, eu tenho o hoje. Tenho planos. Quero estar sempre de bem com a minha família e continuar convivendo com outras pessoas para aprender novos assuntos.
Voltei a estudar em 2000. Faço cursos na universidade da terceira idade. As terças e quintas, quando tenho aulas, são esperadas. Estudo direitos da terceira idade, mídias digitais e teatro. Gosto de todas as aulas."
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Rapidinhas#03
- É mais fácil concordar com as regras sociais. Mas isso não significa que você vai ser feliz. - Jogar fora as regras convenientes da sociedade exige coragem. Isso também não significa que você vai ser feliz. Mas, pelo menos você deu um passo além do comodismo.
- Quando você tem um livro chato e um livro legal prá ler, provavelmente vai ler o legal, mesmo que o chato seja obrigatório para aquele seminário. - Se você realmente ler o livro chato, vai ler em cima da hora (leitura dinâmica) e vai demorar cinco vezes mais que o tempo de leitura do livro legal.
- Ler é bom. Mas, você não vai entender essa frase enquanto não encontrar livros bons. Esse negócio de ler "até bula de remédio" é mentira feia.
- Ter uma prateleira cheia de livros não é sinônimo de sabedoria. Maior sabedoria é ler livros sem precisar comprá-los. Apesar disso uma prateleira cheia de livros enche os olhos (de lágrimas de emoção!)
- Cheiro de livro novo para quem gosta de ler tem o mesmo efeito que o cheiro da pessoa amada, de acordo com pesquisadores da Universidade de Ueltsin, no Reino Unido.
- Essa última frase acima é mentira. Mas cheiro de livro novo é muito bom!
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Page One
Trailer do documentário Page One, que acompanha um ano dentro da redação do jornal The New York Times.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Rapidinhas #02
- Chocolate, cocada, vinho, salgadinhos, amendoim, pizza e refrigerante no fim de semana podem significar duas coisas diametralmente opostas: Depressão ou diversão.
- Internet 15MB é ótima só na teoria. Na prática é só uma conta mais cara prá pagar.
- Depois que você passa da adolescência percebe como os adolescentes são chatos.
- Uma boa discussão te faz crescer, mas discutir por tudo te faz regredir.
- Internet 15MB é ótima só na teoria. Na prática é só uma conta mais cara prá pagar.
- Depois que você passa da adolescência percebe como os adolescentes são chatos.
- Uma boa discussão te faz crescer, mas discutir por tudo te faz regredir.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Rapidinhas #01
- O motorista é mal educado porque o trânsito é ruim ou o trânsito é ruim porque o motorista é mal educado?
- Telemarketing tem vários significados implícitos que começam com I e traduzem a cara da empresa: Impessoal, intransferível, incompetente.
- Quanto mais tempo livre você tem, menos tempo você arranja para fazer as coisas. O contrário também ocorre.
- A obra prima da sua vida é sempre aquela que você não fez.
- Telemarketing tem vários significados implícitos que começam com I e traduzem a cara da empresa: Impessoal, intransferível, incompetente.
- Quanto mais tempo livre você tem, menos tempo você arranja para fazer as coisas. O contrário também ocorre.
- A obra prima da sua vida é sempre aquela que você não fez.
sábado, 30 de julho de 2011
Um cara chamado Shakespeare
Bem, nesse semestre que passou resolvi fazer coisas que nunca antes havia pensado em fazer, a começar pelo teatro e pelo ballet. Apesar de adorar estar no palco, nunca tinha pensado em fazer teatro, confesso que não gostava nem mesmo de assistir. Ballet então? Hah, nem cabia no meu vocabulário.
Mãs, como diz a letra da música Dreams da banda The Cranberries: ♫♫ Oh my life. Is changing everyday. Every possible way ♫♫
Fui lá e me matriculei em ambos. De cara, na primeira aula de teatro, um outro mundo começou. Na preleção de início de atividades, Carmen Fossari, a diretora da Oficina Permanente de Teatro da UFSC, (já citei ela por aqui porque ela dirige a peça As Luas de Galileu Galilei), perguntava quem havia interpretado os clássicos.
Clássicos do teatro? Taí, nem sei o que são, mas ela foi citando Shakespeare, Bertold Bretch, e eu fui captando a mensagem: Preciso desbravar este novo mundo.
Então, neste finde resolvi estudar William Shakespeare (1564 – 1616) e, como o carinha é das antiga faz tempo, o trabalho dele já virou domínio público (de uso livre) e estão disponíveis para baixar. Tem algumas peças lá no site www.dominiopublico.gov.br.
O tio Willow aí é um cara muito considerado no teatro, na verdade todo mundo topou com ele alguma vez na vida, já que Romeu e Julieta até virou nome de doce mineiro. Só que eu quis saber: porquê? O que nas obras dele o tornam tão diferente dos outros e imortal enquanto autor? Encontrei aqui na SuperInteressante uma boa resposta e compartilho com vocês:
Comentário: Notem que é simples a origem de sua genialidade, ele conhecia a alma humana muito bem e fazia seus personagens baseado na observação do real. Bem o que ocorre é que, enquanto humanos, tendemos a subestimar o simples.
Mãs, como diz a letra da música Dreams da banda The Cranberries: ♫♫ Oh my life. Is changing everyday. Every possible way ♫♫
Fui lá e me matriculei em ambos. De cara, na primeira aula de teatro, um outro mundo começou. Na preleção de início de atividades, Carmen Fossari, a diretora da Oficina Permanente de Teatro da UFSC, (já citei ela por aqui porque ela dirige a peça As Luas de Galileu Galilei), perguntava quem havia interpretado os clássicos.
Clássicos do teatro? Taí, nem sei o que são, mas ela foi citando Shakespeare, Bertold Bretch, e eu fui captando a mensagem: Preciso desbravar este novo mundo.
Então, neste finde resolvi estudar William Shakespeare (1564 – 1616) e, como o carinha é das antiga faz tempo, o trabalho dele já virou domínio público (de uso livre) e estão disponíveis para baixar. Tem algumas peças lá no site www.dominiopublico.gov.br.
O tio Willow aí é um cara muito considerado no teatro, na verdade todo mundo topou com ele alguma vez na vida, já que Romeu e Julieta até virou nome de doce mineiro. Só que eu quis saber: porquê? O que nas obras dele o tornam tão diferente dos outros e imortal enquanto autor? Encontrei aqui na SuperInteressante uma boa resposta e compartilho com vocês:
Por que Shakespeare é considerado um gênio?
Porque sua obra alterou o rumo da literatura mundial. Harold Bloom, famoso crítico americano e autor do livro Shakespeare: A Invenção do Humano, diz que o dramaturgo inglês entendia a alma humana como nenhum outro autor jamais entendeu.A razão para isso podem ter sido as circunstâncias em que escreveu sua obra. No século 16, Shakespeare era muito popular e encenava suas peças para todo tipo de pessoas. Nobres, letrados, prostitutas, gatunos e artesãos lotavam os teatros em busca de diversão. Entreter esse público, nada ordeiro ou silencioso, não era tarefa fácil e o jeito que Shakespeare encontrou foi representar no palco personagens com quem todos ali pudessem se identificar. “Os grandes gênios são espelhos nos quais os leitores acabam encontrando a si próprios”, escreveu Bloom.Shakespeare escreveu os maiores clássicos do teatro e criou uma galeria de personagens que fascinam a humanidade mesmo séculos após sua morte. “Todos os produtos culturais feitos depois de Shakespeare recorrem a tipos imaginados por ele”, diz Peter James Harris, professor de Literatura Inglesa da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).Como Bloom e Harris, a maior parte dos críticos literários da atualidade concordam que continuamos vivendo sob o impacto das obras do bardo inglês. Chamá-lo de gênio, portanto, é fazer-lhe justiça.
Comentário: Notem que é simples a origem de sua genialidade, ele conhecia a alma humana muito bem e fazia seus personagens baseado na observação do real. Bem o que ocorre é que, enquanto humanos, tendemos a subestimar o simples.
terça-feira, 12 de julho de 2011
10 estratégias de manipulação da mídia
Encontrei pelo twitter esta lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia. Saiu de algum dos livros do lingüista estadunidense Noam Chomsky, conhecido pelas suas posições políticas de esquerda e pela sua crítica da política externa dos Estados Unidos.
1 – A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
2 – CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3 – A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4 – A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5 – DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?”Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6 – UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos.Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7 – MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8 – ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9 – REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
1 – A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
2 – CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3 – A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4 – A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5 – DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?”Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6 – UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos.Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7 – MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8 – ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9 – REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Ouvindo e entendendo estrelas
Compartilho com vocês um dos elementos básicos da minha veia artística, o poema. Mas não é um poema qualquer, é o XIII soneto de Olavo Bilac
"Ora (direis) ouvir estrelas!
Certo, perdeste o senso!"
E eu vos direi, no entanto,
que, para ouvi-las, muita vez desperto
e abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
a via láctea, como um pálio aberto,
cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
tem o que dizem, quando estão contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."
"Ora (direis) ouvir estrelas!
Certo, perdeste o senso!"
E eu vos direi, no entanto,
que, para ouvi-las, muita vez desperto
e abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
a via láctea, como um pálio aberto,
cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
tem o que dizem, quando estão contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Apaziguando ânimos na Bolívia - Guia do Mochileiro Foca
No post anterior eu disse que ia contar sobre como apaziguei uma discussão num ônibus na Bolívia. Foi uma história muito engraçada que se passou em Uyuni, logo após atravessar o deserto em três dias de jipão no meio do nada e perder uma das minhas três mochilas na empreitada.
Eu havia conseguido a última passagem no ônibus diário que ía para Sucre, capital original da Bolívia. Bem, não era exatamente um ônibus, era um micro, com bagageiro no teto, do lado de fora, e a última passagem era no último banco (que não reclina) na janela. Detalhe: Janela quebrada com um frio em volta de cinco graus negativos para uma viagem à noite.
Depois de acomodar minha mochila maior no meio do corredor por medo de perdê-la naquele bagageiro medonho, sentei-me acomodando a mochila menor aos meus pés. O banco não reclinava porque logo atrás estava a parede do fundo do ônibus. Eram quase sete da noite e as pessoas estavam se acomodando nos lugares.
Eu, já sentadinha, conversava com uma dupla de brasileiros de Minas que também estavam de mochila pela Bolívia quando duas senhoras chegaram. Elas estavam usando o traje típico de chola, que as mulheres mais tradicionais usam no dia-a-dia. Uma, justamente a mais gorda, sentou-se ao meu lado e eu previ a situação do atum enlatado durante toda a viagem. A outra viu que seu lugar estava ocupado por um senhor de idade e disse a ele: "Caballero, estás en mi asiento".
O senhor insistiu que aquele lugar era dele e a senhora insistia que ele devia ir para o lugar dele, que logo se viu, era uma polrona ao lado. Acontece que o senhor era aparentemente afetado por algum tipo de esclerose devido à idade e não se dava conta de que o número que estava da passagem não correspondia ao de sua poltrona.
Em poucas frases, a discussão estava formada: Senhora chola teimosa e brava X Senhor esclerosado. E os outros passageiros começaram a tentar intervir, desastrosamente, pois ninguém tinha se dado conta ou não tinha paciência em lidar com um senhor esclerosado. Até então eu estava quieta no meu canto. Achei que se metesse meu bedelho poderia causar mais problemas porque eu era apenas uma mochileira que se metia na discussão entre dois bolivianos de idade.
O negócio foi evoluindo e logo o ônibus parecia um estádio, com os passageiros urrando a cada vez que o senhor se negava a sair do assento em que ele estava. No último urro, bem sonoro, me levantei e com minha voz nada baixinha comecei a tentar convencer o senhor a ir para o assento certo da minha forma (em castelhano, mas aqui vou botar em português o que eu disse):
- Senhor, tenho certeza de que é melhor para o senhor ir para aquele assento, porque ele é mais confortável que este que o senhor está sentado.
O senhor me olhou com uns olhinhos que mudaram da incompreensão vaga para a concordância e trocou de assento. Os passageiros urraram de felicidade pela questão resolvida e a senhora chola me agradeceu sentando finalmente em seu assento comprado.
Pronto, um final feliz. Pela paciência e tolerância. Ainda vou contar outras histórias das muitas que tenho nessa vida que Confieso que he vivido. [+]
Eu havia conseguido a última passagem no ônibus diário que ía para Sucre, capital original da Bolívia. Bem, não era exatamente um ônibus, era um micro, com bagageiro no teto, do lado de fora, e a última passagem era no último banco (que não reclina) na janela. Detalhe: Janela quebrada com um frio em volta de cinco graus negativos para uma viagem à noite.
Depois de acomodar minha mochila maior no meio do corredor por medo de perdê-la naquele bagageiro medonho, sentei-me acomodando a mochila menor aos meus pés. O banco não reclinava porque logo atrás estava a parede do fundo do ônibus. Eram quase sete da noite e as pessoas estavam se acomodando nos lugares.
Eu, já sentadinha, conversava com uma dupla de brasileiros de Minas que também estavam de mochila pela Bolívia quando duas senhoras chegaram. Elas estavam usando o traje típico de chola, que as mulheres mais tradicionais usam no dia-a-dia. Uma, justamente a mais gorda, sentou-se ao meu lado e eu previ a situação do atum enlatado durante toda a viagem. A outra viu que seu lugar estava ocupado por um senhor de idade e disse a ele: "Caballero, estás en mi asiento".
O senhor insistiu que aquele lugar era dele e a senhora insistia que ele devia ir para o lugar dele, que logo se viu, era uma polrona ao lado. Acontece que o senhor era aparentemente afetado por algum tipo de esclerose devido à idade e não se dava conta de que o número que estava da passagem não correspondia ao de sua poltrona.
Em poucas frases, a discussão estava formada: Senhora chola teimosa e brava X Senhor esclerosado. E os outros passageiros começaram a tentar intervir, desastrosamente, pois ninguém tinha se dado conta ou não tinha paciência em lidar com um senhor esclerosado. Até então eu estava quieta no meu canto. Achei que se metesse meu bedelho poderia causar mais problemas porque eu era apenas uma mochileira que se metia na discussão entre dois bolivianos de idade.
O negócio foi evoluindo e logo o ônibus parecia um estádio, com os passageiros urrando a cada vez que o senhor se negava a sair do assento em que ele estava. No último urro, bem sonoro, me levantei e com minha voz nada baixinha comecei a tentar convencer o senhor a ir para o assento certo da minha forma (em castelhano, mas aqui vou botar em português o que eu disse):
- Senhor, tenho certeza de que é melhor para o senhor ir para aquele assento, porque ele é mais confortável que este que o senhor está sentado.
O senhor me olhou com uns olhinhos que mudaram da incompreensão vaga para a concordância e trocou de assento. Os passageiros urraram de felicidade pela questão resolvida e a senhora chola me agradeceu sentando finalmente em seu assento comprado.
Pronto, um final feliz. Pela paciência e tolerância. Ainda vou contar outras histórias das muitas que tenho nessa vida que Confieso que he vivido. [+]
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
Movimento, uma palavra em extinção
Estamos em um mundo onde o número de obesos é maior que o de subnutridos. A porcentagem de obesos no Brasil é de 11%, menos que a China, 15%, Japão e Europa, 20% e EUA, com estimativas de 30% a 50%, de acordo com o site Brasil Escola.
E porque essa taxa é preocupante? Porque tende a aumentar devido aos hábitos de alimentação não saudáveis (o fast food e a comida industrializada principalmente) e ao sedentarismo.
Acompanhei aquele quadro do Fantástico, Medida Certa, no qual dois jornalistas do programa, Zeca Camargo e Renata Ceribelli passaram por três meses de reprogramação de seus hábitos cotidianos para melhorar a saúde. Achei interessante porque a base da reprogramação não era dieta, era movimento.
Chamou atenção um momento no qual Renata estava correndo na esteira e disse para a câmera: "Atala (o personal trainer) disse para eu chamá-lo quando completasse 300 calorias gastas na esteira". Ela o chamou e ele disse: "Só fiz isso prá dizer que nos anos 1970 as pessoas gastavam 300 calorias a mais que hoje. Isso significa que já começamos o dia com o desafio de queimar 300 calorias a mais".
Achei interessante porque se há essa diferença histórica, ela se deve principalmente às facilidades que temos hoje e que nos deixa preguiçosos e mal acostumados. Tem elevador, escada rolante, carro, delivery, tudo para facilitar nosso sedentarismo.
O mais interessante é que sedentarismo não faz mal apenas à saúde, mas ao humor, às relações sociais, ao bem estar. É bom se movimentar porque a gente se sente bem, feliz, respira bem, dorme bem e come sem culpa. Se você já fez algum exercício físico conhece bem aquela sensação de bem estar que a gente tem depois de terminar o exercício. É um `cansado, mas feliz`.
Se não tem disciplina, vale a pena fazer economia em outros itens do orçamento para pagar aulas frequentes de alguma coisa que se goste de fazer. Até porque, melhor pagar prá ter saúde do que para recuperar não é? O corpo é feito para movimentar, andar, correr, dançar, e principalmente ser feliz.
E porque essa taxa é preocupante? Porque tende a aumentar devido aos hábitos de alimentação não saudáveis (o fast food e a comida industrializada principalmente) e ao sedentarismo.
Acompanhei aquele quadro do Fantástico, Medida Certa, no qual dois jornalistas do programa, Zeca Camargo e Renata Ceribelli passaram por três meses de reprogramação de seus hábitos cotidianos para melhorar a saúde. Achei interessante porque a base da reprogramação não era dieta, era movimento.
Chamou atenção um momento no qual Renata estava correndo na esteira e disse para a câmera: "Atala (o personal trainer) disse para eu chamá-lo quando completasse 300 calorias gastas na esteira". Ela o chamou e ele disse: "Só fiz isso prá dizer que nos anos 1970 as pessoas gastavam 300 calorias a mais que hoje. Isso significa que já começamos o dia com o desafio de queimar 300 calorias a mais".
Achei interessante porque se há essa diferença histórica, ela se deve principalmente às facilidades que temos hoje e que nos deixa preguiçosos e mal acostumados. Tem elevador, escada rolante, carro, delivery, tudo para facilitar nosso sedentarismo.
O mais interessante é que sedentarismo não faz mal apenas à saúde, mas ao humor, às relações sociais, ao bem estar. É bom se movimentar porque a gente se sente bem, feliz, respira bem, dorme bem e come sem culpa. Se você já fez algum exercício físico conhece bem aquela sensação de bem estar que a gente tem depois de terminar o exercício. É um `cansado, mas feliz`.
Se não tem disciplina, vale a pena fazer economia em outros itens do orçamento para pagar aulas frequentes de alguma coisa que se goste de fazer. Até porque, melhor pagar prá ter saúde do que para recuperar não é? O corpo é feito para movimentar, andar, correr, dançar, e principalmente ser feliz.
domingo, 3 de julho de 2011
Os Mais Mais da madrugada
Findes chuvoso com frio é sinônimo de casa. Muita gente diz que não tem nada prá fazer num finde com chuva, mas não é verdade! Prá comprovar resolvi fazer um Top madrugadão do sábado à noite. Confere aí:
1. Twittar com a hashtag #dormirehprosfracos.
2. Two and a Half Man - O seriado de maior sucesso da TV dos EUA. Passa no SBT.
3. Vinho chileno e comidas noturnas.
4. Altas Horas - Vida inteligente na madrugada. Passa na TV Globo, apresentado e dirigido pelo Serginho Groisman. Tem vários entrevistados e bandas legais.
5. Assistir filminhos clássicos embaixo da coberta.
6. Ler aquele livro que você comprou há séculos e ainda não leu. (tenho uma lista só prá isso!)
7. Navegar aleatoriamente pela internet baixando porcarias para ver um dia.
8. Aproveitar que é meio de ano para avaliar se suas metas de ano-novo estão sendo cumpridas.
9. Ler horóscopos antigos para saber se eles estão certos.
10. Preparar listas inúteis só para fazer alguma coisa enquanto assiste TV.
1. Twittar com a hashtag #dormirehprosfracos.
2. Two and a Half Man - O seriado de maior sucesso da TV dos EUA. Passa no SBT.
3. Vinho chileno e comidas noturnas.
4. Altas Horas - Vida inteligente na madrugada. Passa na TV Globo, apresentado e dirigido pelo Serginho Groisman. Tem vários entrevistados e bandas legais.
5. Assistir filminhos clássicos embaixo da coberta.
6. Ler aquele livro que você comprou há séculos e ainda não leu. (tenho uma lista só prá isso!)
7. Navegar aleatoriamente pela internet baixando porcarias para ver um dia.
8. Aproveitar que é meio de ano para avaliar se suas metas de ano-novo estão sendo cumpridas.
9. Ler horóscopos antigos para saber se eles estão certos.
10. Preparar listas inúteis só para fazer alguma coisa enquanto assiste TV.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
10 mandamentos do Twitter
Veja só a lista feita pelo Planeta Twitter com os 10 mandamentos do Twitter.
1 – Seguirás somente quem posta coisas do teu interesse;
2 – Não precisarás seguir todos que vos segue;
3 – Não postarás tudo que fazes, mesmo sendo esta a proposta inicial;
4 – Não considerarás o Twitter teu amigo imaginário;
5 – Não farás uso do Twitter como um comunicador instantâneo;
6 – Postarás link e discutirás coletivamente;
7 – Retuitarás;
8 – Não falarás mal do teu emprego;
9 – Não reclamarás o tempo inteiro;
10 – Se não te agradares, não seguirás mais.
#UmaFoca: Não considerarás o Twitter teu amigo imaginário, viu? O blog pode até ser, mas o twitter não!
1 – Seguirás somente quem posta coisas do teu interesse;
2 – Não precisarás seguir todos que vos segue;
3 – Não postarás tudo que fazes, mesmo sendo esta a proposta inicial;
4 – Não considerarás o Twitter teu amigo imaginário;
5 – Não farás uso do Twitter como um comunicador instantâneo;
6 – Postarás link e discutirás coletivamente;
7 – Retuitarás;
8 – Não falarás mal do teu emprego;
9 – Não reclamarás o tempo inteiro;
10 – Se não te agradares, não seguirás mais.
#UmaFoca: Não considerarás o Twitter teu amigo imaginário, viu? O blog pode até ser, mas o twitter não!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Me pegou num mal dia
Recebi o seguinte e-mail, numa #segundafeira:
------------------
Citando Serviço Web Mail: Serviço Web Mail <susan.gerred@att.net>
Caro usuário da conta.
Informa-se que queremos melhorar o nosso webmail em um par de dias a partir de agora, e sua conta deve ser reativada para terminar de ativar sua conta, você deve entrar em sua conta novamente clicando em atualização da conta.
Atualização da conta
Falha ao actualizar a sua conta de webmail pode causar perda de informações importantes na sua caixa de correio ou causar acesso limitado a ele.
Obrigado por usar o Webmail.
-----------------
E, como era #segundafeira, respondi:
Para: mc_dennis19@yahoo.com, Serviço Web Mail <susan.gerred@att.net>
Assunto: Re: Caro usuário da conta
Caros,
Seus endereços serão reportados como spammers. Da próxima vez que tentarem instalar um spy ou roubar informações da minha conta ou do meu computador, estudem mais um pouco e sejam mais inteligentes, porque essa história de acesse o link para atualizar, deixou de colar há séculos.
Como, provavelmente, estes emails aos quais respondo são de contas já invadidas, fica apenas o meu desejo de que os crackers imbecis que começaram essa corrente permaneçam em sua imbecilidade, o que não será nenhuma tarefa árdua.
Atenciosamente,
------------------
Citando Serviço Web Mail: Serviço Web Mail <susan.gerred@att.net>
Caro usuário da conta.
Informa-se que queremos melhorar o nosso webmail em um par de dias a partir de agora, e sua conta deve ser reativada para terminar de ativar sua conta, você deve entrar em sua conta novamente clicando em atualização da conta.
Atualização da conta
Falha ao actualizar a sua conta de webmail pode causar perda de informações importantes na sua caixa de correio ou causar acesso limitado a ele.
Obrigado por usar o Webmail.
-----------------
E, como era #segundafeira, respondi:
Para: mc_dennis19@yahoo.com, Serviço Web Mail <susan.gerred@att.net>
Assunto: Re: Caro usuário da conta
Caros,
Seus endereços serão reportados como spammers. Da próxima vez que tentarem instalar um spy ou roubar informações da minha conta ou do meu computador, estudem mais um pouco e sejam mais inteligentes, porque essa história de acesse o link para atualizar, deixou de colar há séculos.
Como, provavelmente, estes emails aos quais respondo são de contas já invadidas, fica apenas o meu desejo de que os crackers imbecis que começaram essa corrente permaneçam em sua imbecilidade, o que não será nenhuma tarefa árdua.
Atenciosamente,
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Jovem e imprevisível - A história de um vulcão

Voltamos a falar do Chile aqui no UmaFoca. Tudo por conta de Puyehue, um jovem vulcão, em plena erupção de sua existência. Salvo as consequências de sua liberdade juvenil, é um belo espetáculo que nos faz refletir sobre algumas coisas: - Se vários vulcões resolvessem entrar em erupção ao mesmo tempo, o mundo viraria um caos;
- O mundo não precisa de humanos para virar um caos;
- Humanos são insignificantes diante das forças naturais.
Enrique Valdivieso, o engenheiro chileno que comanda o Serviço Nacional de Geologia e Minas (Sernageomin), organismo do governo encarregado de vigiar o comportamento dos vulcões diz que "os vulcões têm um comportamento imprevisível".
O cientista cita o caso de duas erupções anteriores do Puyehue, com durações de duas semanas (em 1961) e dois meses (em 1921). "O vulcão ficou instável. O Puyehue tem lapsos de tranquilidade e de momentos de maior agressividade. Não podemos saber se está em um período de recesso ou se vai aumentar de novo a atividade. Calculamos que o Puyehue terá pelo menos mais sete dias de atividade", disse.
(Com informações do site Exame.com)
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Estraanho...
Admito! Vou fazer mestrado. Saiu aqui no site do Pós-JOR da UFSC. Passei pelas três etapas da seleção, que durou mais de um mês. Meu projeto de pesquisa é em Comunicação de Risco e Desastres. Sempre com aquela dúvida, mas apostando em: se for prá ser, eu passo, senão, vou reprovar na seleção. Simples assim.
São mais dois anos em Floripa. Como assim? E a coceira no pé? Sei lá, dá-se um jeito. Mas achei que era o momento e que, sendo o momento, eu devia aproveitar. E que a *conjunção astral* estava favorável. (antes que levem esse lance de conjunção astral a sério, vou dizer que o que está entre ** é ironia, certo?)
Estou feliz? Sim, estou! Mas estou apreensiva. Porque os planos que a gente faz nunca acontecem do jeito que a gente planeja. Nunca pensei em fazer mestrado na sequência da graduação, mas cá estou. Mas, não é assim que rola a vida? Sem que você planeje, as coisas vão acontecendo. Você aposta e vê no que dá, e deu nisso. Então vamos viver!
Agradeço o pessoal do CEPED UFSC que me incentivou, leu meu projeto, me encheu de perguntas e respostas. A minha família que escutou minhas dúvidas e me apoiou no que quer que eu fizesse. Às pessoas especiais que estão sempre comigo, fazendo da minha vida mais intensa, mais brilhante e mais inspirada a cada dia.
E chega de tanto nhenhenhem, porque a partir de agora o trabalho é outro. Temos uma dissertação para, daqui a dois anos, defender o grau de mestre em Jornalismo. E até lá, muito trabalho!
São mais dois anos em Floripa. Como assim? E a coceira no pé? Sei lá, dá-se um jeito. Mas achei que era o momento e que, sendo o momento, eu devia aproveitar. E que a *conjunção astral* estava favorável. (antes que levem esse lance de conjunção astral a sério, vou dizer que o que está entre ** é ironia, certo?)
Estou feliz? Sim, estou! Mas estou apreensiva. Porque os planos que a gente faz nunca acontecem do jeito que a gente planeja. Nunca pensei em fazer mestrado na sequência da graduação, mas cá estou. Mas, não é assim que rola a vida? Sem que você planeje, as coisas vão acontecendo. Você aposta e vê no que dá, e deu nisso. Então vamos viver!
Agradeço o pessoal do CEPED UFSC que me incentivou, leu meu projeto, me encheu de perguntas e respostas. A minha família que escutou minhas dúvidas e me apoiou no que quer que eu fizesse. Às pessoas especiais que estão sempre comigo, fazendo da minha vida mais intensa, mais brilhante e mais inspirada a cada dia.
E chega de tanto nhenhenhem, porque a partir de agora o trabalho é outro. Temos uma dissertação para, daqui a dois anos, defender o grau de mestre em Jornalismo. E até lá, muito trabalho!
quinta-feira, 2 de junho de 2011
''Quebrando Tabu''
Parece que é moda ex-presidentes lançarem documentários com verdades inconvenientes. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso participou da produção do filme Quebrando Tabu, um manifesto pacifista a favor da descriminalização das drogas.
O argumento não é novo e já vinha se espalhando entre os pensadores. Seu ponto de vista é oposto ao adotado pelas autoridades que combatem o tráfico de drogas com uma guerra declarada. Nele o assunto deve ser tratado como um caso de saúde pública, sem criminalizar os usuários. Dessa forma a liberação controlada das drogas seria o melhor caminho para quebrar o ciclo do tráfico.
Esta prática já existe na Holanda. O país liberou o uso de maconha em cafés credenciados e observou o consumo cair. FHC diz que o filme quer fomentar o debate para que o assunto seja discutido e analisado amplamente. O fato é que a política de guerra ao tráfico não está funcionando.
Leia matéria aqui no Estadão.
O argumento não é novo e já vinha se espalhando entre os pensadores. Seu ponto de vista é oposto ao adotado pelas autoridades que combatem o tráfico de drogas com uma guerra declarada. Nele o assunto deve ser tratado como um caso de saúde pública, sem criminalizar os usuários. Dessa forma a liberação controlada das drogas seria o melhor caminho para quebrar o ciclo do tráfico.
Esta prática já existe na Holanda. O país liberou o uso de maconha em cafés credenciados e observou o consumo cair. FHC diz que o filme quer fomentar o debate para que o assunto seja discutido e analisado amplamente. O fato é que a política de guerra ao tráfico não está funcionando.
Leia matéria aqui no Estadão.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Dia da toalha 2011
Mais um ano com a toalhinha a tiracolo. Me lembro deste dia no ano passado, quando esperei ansiosamente o dia da toalha #towelday e por isso, saí de casa já com minha toalha no ombro. Desta vez quase me esqueci, foi o twitter que me lembrou. Mas é lógico que não li o Guia dos Mochileiros das Galáxias à toa e sempre saio com minha toalha, já que você precisa estar preparado para uma possível viagem galáctica.
Então estou aqui, com minha toalhinha lilás, discreta no ombro e tentando explicar a importância desta data para quem não é mochileiro das galáxias. Leia a explicação aqui no Universo Bizarro: Mantenha sua toalha sempre à mão.
#UmaFocadiz: Adeus e... obrigada pelos peixes!
Então estou aqui, com minha toalhinha lilás, discreta no ombro e tentando explicar a importância desta data para quem não é mochileiro das galáxias. Leia a explicação aqui no Universo Bizarro: Mantenha sua toalha sempre à mão.
#UmaFocadiz: Adeus e... obrigada pelos peixes!
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Bêbado ao volante
Se beber não dirija já é chavão, mas esta propaganda foi muito bem sacada. Confere aí.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Cléopâtre: La Derniere Reine d'Egypte
Cléopâtre é um musical francês, lançado em 2009. A primeira vez que ouvi falar deste musical foi pela rivalidade com Mozart l'Opera Rock, pois ambos disputavam o mesmo público.
Então resolvi baixar o DVD pelo Torrent e conferir. Foi surpreendente! O DVD é muito bem produzido. O musical tem canções muito boas, elenco impecável, coreografias e cenários sensacionais, realmente um grande espetáculo, em qualidade e show. Em qualidade achei melhor que o Mozart l'Opera Rock, embora este tenha tido mais destaque popular.
Sofia Essaidi, no papel de Cleópatra, não apenas canta e atua muito bem, mas se destaca em cenas de dança em que a coreografia exige muita habilidade.
Os outros personagens, assim como o roteiro são muito bem desenvolvidos. A voz de Dominique Magloire, no papel da sacerdotisa Charmion, é um misto de força e emoção. Julio César é interpretado por Christopher Stills, cuja voz não tem muito destaque, mas a interpretação emociona.
Marco Antônio é o papel de Florian Etienne, que foi o único cuja atuação não achei lá grande coisa. Amélie Piovoso tem o papel mais chato, o de Octavie, a irmã de Octavius, a esposa traída de Marco Antônio. É um personagem que aparece no segundo ato e parece meio que empurrado para aparecer no enredo.
Aliás o segundo ato, num aspecto geral, é mais fraco que o primeiro. Tem grandes cenas como a entrada faraônica de Cleópatra logo no início e o final, com cenas e canções mais dramáticas. As cenas de Octavie com Marco Antônio são encaixadas rapidamente, sem um contexto bem definido, ou bem articulado com as outras cenas.
Mehdi Kerkouche faz o papel de Ptolomeu, irmão de Cleópatra, com quem divide o trono após a morte de seu pai. Mehdi já foi dançarino em outros musicais e neste estréia como cantor. Em alguns vídeos do YouTube dá prá ver os improvisos engraçadíssimos dele.
E como antagonista, Octavius, papel de Mickael Trodoux, que além desse, interpreta brilhantemente outros dois papéis, Cícero e Pothin. E além disso ainda dança!A cena final dele com Cleópatra é brilhante e arranca aplausos enraivecidos da platéia.
Os figurinos são bonitos e com sacadas muito boas, como a dos chacais sob perna de pau e os trajes que brilham na luz roxa de uma das cenas de dança. A cada nova cena, Cleópatra tem um novo e belíssimo traje. No geral, o espetáculo é emocionante e empolgante. E com muita qualidade cênica, vocal e coreográfica. Em um próximo post vou falar sobre as músicas.
Esse é o elenco principal, da esquerda para a direita: Dominique Magloire, Mehdi Kerkouche, Amélie Piovoso, Christopher Stills, Sofia Essaidi, Florian Etienne e Mickael Trodoux.
Então resolvi baixar o DVD pelo Torrent e conferir. Foi surpreendente! O DVD é muito bem produzido. O musical tem canções muito boas, elenco impecável, coreografias e cenários sensacionais, realmente um grande espetáculo, em qualidade e show. Em qualidade achei melhor que o Mozart l'Opera Rock, embora este tenha tido mais destaque popular.
Sofia Essaidi, no papel de Cleópatra, não apenas canta e atua muito bem, mas se destaca em cenas de dança em que a coreografia exige muita habilidade.
Os outros personagens, assim como o roteiro são muito bem desenvolvidos. A voz de Dominique Magloire, no papel da sacerdotisa Charmion, é um misto de força e emoção. Julio César é interpretado por Christopher Stills, cuja voz não tem muito destaque, mas a interpretação emociona.
Marco Antônio é o papel de Florian Etienne, que foi o único cuja atuação não achei lá grande coisa. Amélie Piovoso tem o papel mais chato, o de Octavie, a irmã de Octavius, a esposa traída de Marco Antônio. É um personagem que aparece no segundo ato e parece meio que empurrado para aparecer no enredo.
Aliás o segundo ato, num aspecto geral, é mais fraco que o primeiro. Tem grandes cenas como a entrada faraônica de Cleópatra logo no início e o final, com cenas e canções mais dramáticas. As cenas de Octavie com Marco Antônio são encaixadas rapidamente, sem um contexto bem definido, ou bem articulado com as outras cenas.
Mehdi Kerkouche faz o papel de Ptolomeu, irmão de Cleópatra, com quem divide o trono após a morte de seu pai. Mehdi já foi dançarino em outros musicais e neste estréia como cantor. Em alguns vídeos do YouTube dá prá ver os improvisos engraçadíssimos dele.
E como antagonista, Octavius, papel de Mickael Trodoux, que além desse, interpreta brilhantemente outros dois papéis, Cícero e Pothin. E além disso ainda dança!A cena final dele com Cleópatra é brilhante e arranca aplausos enraivecidos da platéia.
Os figurinos são bonitos e com sacadas muito boas, como a dos chacais sob perna de pau e os trajes que brilham na luz roxa de uma das cenas de dança. A cada nova cena, Cleópatra tem um novo e belíssimo traje. No geral, o espetáculo é emocionante e empolgante. E com muita qualidade cênica, vocal e coreográfica. Em um próximo post vou falar sobre as músicas.
Esse é o elenco principal, da esquerda para a direita: Dominique Magloire, Mehdi Kerkouche, Amélie Piovoso, Christopher Stills, Sofia Essaidi, Florian Etienne e Mickael Trodoux.
domingo, 15 de maio de 2011
Primeira aula de balé do Shrek
Olha só minhas sapatilhas já costuradinhas --->>>
E porque começar a fazer balé depois de adulta? Minha mãe foi a primeira a rir da minha decisão. Disse que eu ía acabar atropelando alguém em um daqueles giros que deviam ser graciosos. Eu mesma cheguei a duvidar de que era possível começar balé depois de adulta, mas hoje em dia quase todas as escolas de dança tem balé adulto para iniciantes.
Encontrei o blog Ballet Adulto que tem informações bem legais a respeito. Aqui em Floripa, no bairro que moro tem várias escolas com horários para adultos iniciantes. Então escolhi a mais perto, com horários que não batiam com os do teatro e fui lá sofrer um pouquinho.
Prá uma pessoa cujos movimentos mais graciosos eram alguns do Kata Enpi, quando treinava Karatê, balé é um extremo de delicadeza. Mas achei tão bom começar uma coisa diferente e que ainda por cima vai me treinar para o teatro musical que resolvi investir. E toda pessoa que faz balé investe em equilíbrio corporal, controle sobre os movimentos, alongamento e treino físico.
E ainda se diverte dançando! Realmente é muito diferente de tudo que já fiz, mesmo a dança folclórica, é outra coisa. E imaginem só como seria o Shrek dançando balé? É mais ou menos isso que eu achava que seria se eu me aventurasse nesses rumos. Mas até que prá primeira aula me saí bem. Não esbarrei em ninguém, não caí, nem acertei o olho de ninguém. O professor disse que tenho jeito (!?). Sério!
Agora, pelo menos, passei do Shrek prá Fiona, quem sabe mais tarde, talvez passe pro Gato de Botas? Só que de sapatilha!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Questões em busca de respostas tecnológicas
Sempre que tenho de ir a um lugar distante e, principalmente, quando estou atrasada, me pergunto quando vão inventar o teletransporte. A mesma coisa acontece com outras questões filosófico-tecnológicas. A começar por esta, separei algumas para compartilhar esta dúvida com vocês.
1. Teletransporte
Soube que já teletransportaram minúsculas particulinhas começando em 1997 pelo fóton, uma partícula de energia e por último, em 2009, foi o teletransporte quântico, aonde apenas vai informação, não matéria, nem energia. Veja aqui no Ciência UOL como funcionaria. A revista Mundo Estranho já se perguntou se será possível algum dia teletransportar pessoas como no Star Trek. Pelo fóton e pelo quântico, acho melhor não esperar.
2. Eu, eu mesmo e outro eu
Em um momento ou outro da nossa vida, queremos ser dois ou três ou quatro para dar conta de nossas tarefas e ainda delegar as coisas mais chatas a outra pessoa, não é? No Superman os autores já fizeram isso pacas, mas aí é só. Tecnicamente você não pode se dividir em dois, pois a partir do momento em que haveria outro de você, essa pessoa teria outra consciência, portanto seria outra pessoa. Mesmo que a consciência possa se dividir, isso só acontece por causa dos níveis da consciência que uma pessoa possui. Portanto, se você tem um monte de coisas prá fazer é melhor fazer rápido, porque a ciência não vai te ajudar.
3. Transformar pensamento em coisas
Isso seria a solução de todos os nossos problemas. Ninguém mais passaria fome, nem tédio, nem carência afetiva. Mas, não, não há como. No máximo você pode ver no Guia do Mochileiro das Galáxias uma máquina que transforma o que você tá pensando em comida. Mas mesmo assim a comida não sai da mesma forma que você queria.
4. Sonhos que viram filme
Você sempre sonha coisas incríveis que dariam filmes ótimos. Mas ainda não existe tecnologia para transformá-los em nada além de um post no blog. No filme A Origem, as pessoas conseguem montar e conduzir os sonhos com um sistema interessante. Mas, esse sistema não existe de verdade, portanto, vai sonhando.
5. Um convocador de coisas perdidas
Seria ótimo ser como Harry Potter e convocar magicamente qualquer coisa com um simples Accio! E não só vassouras voadoras, mas chaves, celular, guarda-chuvas, pendrive. Principalmente para as pessoas que nunca se lembram em que buraco negro meteram suas coisas. Para isso a tecnologia dá jeito! Mas só para metais atraídos por ímãs. Ou seja, se você perder uma agulha num palheiro, use a tecnologia, pronto! Fora isso o melhor é tomar vergonha na cara e melhorar sua organização e concentração, porque tecnologia até salva mas, não é deus.
1. Teletransporte
Soube que já teletransportaram minúsculas particulinhas começando em 1997 pelo fóton, uma partícula de energia e por último, em 2009, foi o teletransporte quântico, aonde apenas vai informação, não matéria, nem energia. Veja aqui no Ciência UOL como funcionaria. A revista Mundo Estranho já se perguntou se será possível algum dia teletransportar pessoas como no Star Trek. Pelo fóton e pelo quântico, acho melhor não esperar.
2. Eu, eu mesmo e outro eu
Em um momento ou outro da nossa vida, queremos ser dois ou três ou quatro para dar conta de nossas tarefas e ainda delegar as coisas mais chatas a outra pessoa, não é? No Superman os autores já fizeram isso pacas, mas aí é só. Tecnicamente você não pode se dividir em dois, pois a partir do momento em que haveria outro de você, essa pessoa teria outra consciência, portanto seria outra pessoa. Mesmo que a consciência possa se dividir, isso só acontece por causa dos níveis da consciência que uma pessoa possui. Portanto, se você tem um monte de coisas prá fazer é melhor fazer rápido, porque a ciência não vai te ajudar.
3. Transformar pensamento em coisas
Isso seria a solução de todos os nossos problemas. Ninguém mais passaria fome, nem tédio, nem carência afetiva. Mas, não, não há como. No máximo você pode ver no Guia do Mochileiro das Galáxias uma máquina que transforma o que você tá pensando em comida. Mas mesmo assim a comida não sai da mesma forma que você queria.
4. Sonhos que viram filme
Você sempre sonha coisas incríveis que dariam filmes ótimos. Mas ainda não existe tecnologia para transformá-los em nada além de um post no blog. No filme A Origem, as pessoas conseguem montar e conduzir os sonhos com um sistema interessante. Mas, esse sistema não existe de verdade, portanto, vai sonhando.
5. Um convocador de coisas perdidas
Seria ótimo ser como Harry Potter e convocar magicamente qualquer coisa com um simples Accio! E não só vassouras voadoras, mas chaves, celular, guarda-chuvas, pendrive. Principalmente para as pessoas que nunca se lembram em que buraco negro meteram suas coisas. Para isso a tecnologia dá jeito! Mas só para metais atraídos por ímãs. Ou seja, se você perder uma agulha num palheiro, use a tecnologia, pronto! Fora isso o melhor é tomar vergonha na cara e melhorar sua organização e concentração, porque tecnologia até salva mas, não é deus.
domingo, 17 de abril de 2011
Mozart l`Opera Rock - o musical
Finalmente pude assistir o DVD do musical francês Mozart l`Opera Rock, lançado em 2009, o que eu aguardava há meses. Baixei pelo torrent neste link . Não tem legendas então fii, tem de sacar francês mesmo.O espetáculo
No geral é um espetáculo muito dinâmico e fluído. Não é um musical só cantado como Notre Dame de Paris, há falas inseridas. As músicas são ótimas, mas deixam a desejar no contexto. A impressão que dá é que as letras foram feitas antes do roteiro e do texto final, pois elas parecem deslocadas.
Wolfgang Amadeus Mozart, pour vous servirEssa é a primeira fala do personagem principal (reproduzida na foto ao lado), quebrando habilmente uma cena dramática. Mas a quebra bem feita não foi repetida em Tatoue moi.
O single principal do espetáculo é uma letra cômica e picante e ficou situada entre duas cenas dramáticas, sendo que a própria cena em que Mikelêngelo Loconte (Mozart) atua cantando, tem ares de drama e pouquíssima insinuação de comicidade (foto seguinte). O fundo e a forma ficaram evidentemente contrastantes.
Outra canção deslocada é Bim Bam Boum de Melissa Mars, que interpreta Aloisia Weber, o primeiro amor de Mozart. Pela letra o personagem é um, pelo desenrolar das cenas, é outro. Aliás, fraquinha a srta. Mars, tanto na voz, quanto na cena.Si je déffaille
Chega a destoar da atuação de Claire Perot, que interpretou Constanze Weber, a esposa de Mozart, na primeira temporada do musical. Ela possui ótima qualidade cênica e vocal, para mim o destaque do espetáculo.(Claire e Melissa contracenam na foto ao lado)No segundo ato, o personagem de Florent Mothe, Antonio Salieri, praticamente entra mudo e sai calado das cenas e só mostra alguma densidade nas canções. Isso desequilibra o personagem dele, já que ele é o que se considera o rival de Mozart.
Faltou dar mais espaço ao personagem no roteiro, ele ficou espremido entre as três canções que atua solo e só a partir delas vemos alguma dica de quem é Antonio Salieri. A impressão que tive foi de que algo foi cortado antes de Le Bien qui fait mal (foto ao lado), e fez falta.Quanto a Mikelangelo Loconte, o próprio Mozart, eu entendi porque a crítica caiu em cima dele, dizendo que era um "Mozart que gesticula". Falta densidade na interpretação. Sabem aquela atriz que fez Crepúsculo, Kristen Stewart? Ela faz a mesma cara em todas as cenas, todos os filmes. Loconte é dessa linha.

Mas uma coisa gosto em Loconte. Ele é original e carismático. Entendo que os diretores o escolheram para o papel por isso. Gosto da cena em Le troublion (ao lado) e da energia dele no palco.
Dos outros tres membros da troupe, Solal, que interpreta o pai de Mozart, tem uma voz firme e bem talhada para o papel que ele cumpre bem. A irmã de Mozart, Nannerl, papel de Maeva Méline, também cumpre bem e sua canção solo, Dors Mon Ange (ao lado), é emocionante.
E por fim, Merwan Rim, que primeiro aparece cantando La chanson de l'aubergiste e depois vira o Clown, um papel abstrato e tragicômico que aterroriza os pesadelos de Mozart (foto ao lado, abaixo). Merwan também se destaca nas cenas. O restante do elenco, dançarinos, músicos, atores, são todos muito equilibrados. Os cenários, em geral, são grandiosos e bem montados, mas não gostei da casa dos Weber, destoou pelo minimalismo. O figurino é incrível, completamente dentro da proposta de Mozart (1756-1791), ícone do comportamento rock. O figurino mescla a moda do século XVIII com figurinos de rock e produções muito modernas, extravagantes e ousadas. Gostei, deu tom e consistência aos personagens e influiu muito na composição.
Quanto à montagem do DVD, achei que, em certos momentos, o corte de cenas é desastroso e cruel com alguns atores, pois corta momentos muito bons da interpretação para outra cena à distância ou um ângulo nada a ver.
Mas, é bom e eu gosto
Os musicais franceses são assim, diferentes da Broadway (ainda bem!), únicos e muito bem montados, com estratégias de marketing que deixa qualquer produção cultural do Brasil no chinelo (ou abaixo dele). E também adorei a mistura de erudito com rock num musical. Original, vibrante e mostra bem o que a arte deve ser, um território sem fronteiras, nem rótulos.
Enfim, vale conferir e vale curtir. J`aime!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Indo ou ficando
Tô bem aqui, no meu horário de almoço pensando no pequeno prazo que tenho para redigir meu projeto de mestrado. A demora foi provocada por falta de tempo. Sim, mas a falta de tempo é aquela motivada por coisas melhores e mais importantes a fazer. E ainda...
A dúvida.
Porque a vida te oferece tantas coisas e lugares que nem sei como consegui permanecer 4 anos em Floripa para concluir o Jornalismo na UFSC. E porque essas coisas incluem lugares e pessoas e o mestrado são mais dois anos em Floripa.
Porque essa vontade de ir embora - a mesma vontade de viver intensamente - acaba me tornando uma pessoa insone por coisas novas, mergulhada em novos projetos e absorta em sonhos. Incapaz de fazer um plano de longo prazo para ter uma vida cotidiana, fútil e tributável. E dois anos não é muito, mas parece uma eternidade para uma alma inquieta...
Me pergunto como, COMO (?!) viver preso a um lugar apenas, sendo a vida curta e o mundo tão cheio de coisas para conhecer, fazer, aprender e viver?
E tendo conhecido a vida assim, como eu poderia escolher outra?
A dúvida.
Porque a vida te oferece tantas coisas e lugares que nem sei como consegui permanecer 4 anos em Floripa para concluir o Jornalismo na UFSC. E porque essas coisas incluem lugares e pessoas e o mestrado são mais dois anos em Floripa.
Porque essa vontade de ir embora - a mesma vontade de viver intensamente - acaba me tornando uma pessoa insone por coisas novas, mergulhada em novos projetos e absorta em sonhos. Incapaz de fazer um plano de longo prazo para ter uma vida cotidiana, fútil e tributável. E dois anos não é muito, mas parece uma eternidade para uma alma inquieta...
Me pergunto como, COMO (?!) viver preso a um lugar apenas, sendo a vida curta e o mundo tão cheio de coisas para conhecer, fazer, aprender e viver?
E tendo conhecido a vida assim, como eu poderia escolher outra?
sábado, 9 de abril de 2011
Bacharel!
Quem perdeu a oportunidade exclusiva e única de me ver colando grau, ainda tem uma chance! O site da UFSC já colocou o vídeo da formatura no site para baixar. É só entrar no site e clicar no link:
Friday, April 08, 2011 9:51 PM 587349204 Evento 2011 04 08_001.asf
AHA, UHU, O DIPLOMA É NOSSO!
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Se você quiser acompanhar minha formatura mas não vai conseguir chegar, a tecnologia virtual vai te ajudar! O site do Centro de Eventos da UFSC, apelidado carinhosamente de Elefante Branco, disponibiliza a transmissão em vídeo da colação em tempo real. É neste endereço: http://eventos.ufsc.br/ formaturas-ufsc/.
A colação será no dia 8 de abril, sexta-feira, com início às 19h30. Hasta!!!
A colação será no dia 8 de abril, sexta-feira, com início às 19h30. Hasta!!!
segunda-feira, 28 de março de 2011
Jornalista por formação
Querem me ver pegar o diploma? Estão todos convidados:
Turma 2010/2 Jornalismo UFSC
Colação de Grau: 08/04/2011
Horário: 19h30min
Local: Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina
Campus Universitário Trindade
"E jornalista é que eu nasci, jornalista é que sou, de jornalista é que não me hão de demitir, enquanto houver imprensa, a imprensa for livre e este resto de liberdade nos indicar que a pátria respira”
Turma 2010/2 Jornalismo UFSC
Colação de Grau: 08/04/2011
Horário: 19h30min
Local: Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina
Campus Universitário Trindade
"E jornalista é que eu nasci, jornalista é que sou, de jornalista é que não me hão de demitir, enquanto houver imprensa, a imprensa for livre e este resto de liberdade nos indicar que a pátria respira”
domingo, 27 de março de 2011
Bebê maaaais fofo!
Esse bebê lindo aí do lado sou eu. Pessoinha já simpática, acenando para a câmera. Já estava se acostumando com os spots, aplausos e palcos por este mundo.
Agora, já crescida, vai pegar seu diploma no dia 8 de abril e será Jornalista por formação, porque de espírito e profissão já é.
Agora, já crescida, vai pegar seu diploma no dia 8 de abril e será Jornalista por formação, porque de espírito e profissão já é.
sábado, 26 de março de 2011
Divulgado o teaser da segunda parte de Harry Potter e as Relíquias da Morte
Ok Pottermaníacos, temos uma amostra grátis da segunda parte de Harry Potter e as Relíquias da Morte. A primeira parte do filme foi lançada em novembro de 2010, e a segunda estreará em julho deste ano.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Pesquisa do NY Times aponta Rafinha Bastos como o mais influente no Twitter
Brasileiro ficou à frente de celebridades como Lady Gaga, Barack Obama e Britney Spears
Uma pesquisa divulgada pelo jornal americano The New York Times, realizada entre 18 de janeiro e 15 de fevereiro deste ano, apontou o comediante brasileiro Rafinha Bastos como a personalidade mais influente no Twitter.
A metodologia utilizada no estudo, que ficou por conta da empresa Twitalyzer, contemplou não apenas o número de seguidores dos famosos, mas também a quantidade de comentários feitos sobre a pessoa e o seu índice de postagens que são retuitadas e mencionadas.
A partir desta classificação criou-se uma "escala de influência", a qual destacou o apresentador do programa CQC em primeiro lugar, com "nota" 90. O número representa mais que o dobro do obtido pela cantora Lady Gaga — que registrou 41 pontos —, apesar da diva possuir quase oito milhões de seguidores, contra 1,6 milhão de Rafinha. Da mesma forma, o humorista ficou à frente do presidente americano Barack Obama, o qual possui 6,5 milhões de seguidores.
Na décima colocação da lista aparece o apresentador da Rede Globo Luciano Huck, com 77 pontos de influência. A pesquisa serviu ainda para descobrir os quatro principais países onde o Twitter é mais popular _ EUA, Brasil, Inglaterra e Canadá.
Confira a lista dos 10 mais influentes do Twitter
1. Rafinha Bastos (influência: 90)
2. Chad Ochocinco (influência: 89)
3. Conan O’Brien (influência: 88)
4. Stephen Fry (influência: 87)
5. Ryan Seacrest (influência: 86)
6. Snoop Dogg (influência: 85)
7. Barack Obama (influência: 83)
8. Rainn Wilson (influência: 83)
9. Kim Kardashian (influência: 81)
10. Luciano Huck (influência: 77)
Essa notícia veio do site ClickRBS
Uma pesquisa divulgada pelo jornal americano The New York Times, realizada entre 18 de janeiro e 15 de fevereiro deste ano, apontou o comediante brasileiro Rafinha Bastos como a personalidade mais influente no Twitter.
A metodologia utilizada no estudo, que ficou por conta da empresa Twitalyzer, contemplou não apenas o número de seguidores dos famosos, mas também a quantidade de comentários feitos sobre a pessoa e o seu índice de postagens que são retuitadas e mencionadas.
A partir desta classificação criou-se uma "escala de influência", a qual destacou o apresentador do programa CQC em primeiro lugar, com "nota" 90. O número representa mais que o dobro do obtido pela cantora Lady Gaga — que registrou 41 pontos —, apesar da diva possuir quase oito milhões de seguidores, contra 1,6 milhão de Rafinha. Da mesma forma, o humorista ficou à frente do presidente americano Barack Obama, o qual possui 6,5 milhões de seguidores.
Na décima colocação da lista aparece o apresentador da Rede Globo Luciano Huck, com 77 pontos de influência. A pesquisa serviu ainda para descobrir os quatro principais países onde o Twitter é mais popular _ EUA, Brasil, Inglaterra e Canadá.
Confira a lista dos 10 mais influentes do Twitter
1. Rafinha Bastos (influência: 90)
2. Chad Ochocinco (influência: 89)
3. Conan O’Brien (influência: 88)
4. Stephen Fry (influência: 87)
5. Ryan Seacrest (influência: 86)
6. Snoop Dogg (influência: 85)
7. Barack Obama (influência: 83)
8. Rainn Wilson (influência: 83)
9. Kim Kardashian (influência: 81)
10. Luciano Huck (influência: 77)
Essa notícia veio do site ClickRBS
quarta-feira, 23 de março de 2011
Formatura - o convite
Então é isso! Estão todos convidados para minha formatura! Eu mesma fiz o convite. Ficou legalzin. UmaFoca ficou reclamando que não aparece no convite. No convite não, mas na cerimônia vc vai, disse a ela. Vamos nós duas de beca receber o chapeuzinho aquele do reitor. Depois da cerimônia vai ter um after, só não sei ainda onde. E rola a festa!!!
Festa, festa, festa!
Tá se aproximando minha formatura. Tudo bem, ainda não fiz o convite, nem tem lugar pro jantar, também não vai ter baile porque minha turma é muito desunida e a despeito de comemorar, querem deixar a data passar em brancas nuvens.
Meu caro amigo leitor, você que me conhece um pouco sabe que pra festa eu não preciso de muita desculpa não. E ainda adoro receber meus amigos, organizar uma festa, ser anfitriã.
Então, decidi fazer meu convite e chamar o pessoal pra um jantar depois da cerimônia. Não vai ser aquela festa que não po$$o tanto assim, mas o que faz uma festa boa é o clima e as pessoas reunidas.
Ah é, me atrasei um pouco na organização porque quase desisti de tudo, um problema de saúde me pegou e fiquei num estado sorumbático até o carnaval, quando despertei para a vida após sair no bloco dos sujos e desfilar na Escola de Samba da Vila Nova, em Imbituba.
Aí passei a me ligar pra aprontar a festa a tempo. O modelo do vestido foi encomendado para a costureira. Eu mesma desenhei, baseada em um sapato deslumbrante. O restaurante para o jantar está a caminho e o convite. Ai, ai, o convite...
Fiz um, não gostei então fui atrás de uns modelinhos, baixei umas fontes e vou refazer. Se ficar bonito, posto aqui. Quanto ao problema de saúde, espero que eu fique melhor até lá para cumprir minha meta alcoólica.
Porque fazer uma festa se você está sem emprego, pouca grana e a sua turma chata não quer? E por que não? Ora esses são os mesmos motivos pra se fazer uma festa. E acrescenta aí: Família grande, amigos e uma imensa vontade de viver intensamente.
Aliás o Por que não? é um ótimo conselheiro, espanta os medos, inseguranças e desilusões para o lugar onde eles devem ficar.
Meu caro amigo leitor, você que me conhece um pouco sabe que pra festa eu não preciso de muita desculpa não. E ainda adoro receber meus amigos, organizar uma festa, ser anfitriã.
Então, decidi fazer meu convite e chamar o pessoal pra um jantar depois da cerimônia. Não vai ser aquela festa que não po$$o tanto assim, mas o que faz uma festa boa é o clima e as pessoas reunidas.
Ah é, me atrasei um pouco na organização porque quase desisti de tudo, um problema de saúde me pegou e fiquei num estado sorumbático até o carnaval, quando despertei para a vida após sair no bloco dos sujos e desfilar na Escola de Samba da Vila Nova, em Imbituba.
Aí passei a me ligar pra aprontar a festa a tempo. O modelo do vestido foi encomendado para a costureira. Eu mesma desenhei, baseada em um sapato deslumbrante. O restaurante para o jantar está a caminho e o convite. Ai, ai, o convite...
Fiz um, não gostei então fui atrás de uns modelinhos, baixei umas fontes e vou refazer. Se ficar bonito, posto aqui. Quanto ao problema de saúde, espero que eu fique melhor até lá para cumprir minha meta alcoólica.
Porque fazer uma festa se você está sem emprego, pouca grana e a sua turma chata não quer? E por que não? Ora esses são os mesmos motivos pra se fazer uma festa. E acrescenta aí: Família grande, amigos e uma imensa vontade de viver intensamente.
Aliás o Por que não? é um ótimo conselheiro, espanta os medos, inseguranças e desilusões para o lugar onde eles devem ficar.
domingo, 20 de março de 2011
Vale a pena ser jornalista no Brasil?
Esse artigo foi publicado no dia 18/03/2011, no site da Carta Capital. Escrito por Mino Carta.
Como jornalista, recebi o melhor elogio de João Baptista Figueiredo. À beira de um churrasco celebrado em 1988 em companhia de colegas de pijama, o quinto e último ditador pós-golpe, também ele já apeado, gravou um depoimento em que lá pelas tantas fala de mim. Textual: “O Mino é um chato, se pudesse reescreveria os Evangelhos, Geisel o detestava, mas ele não tem rabo preso”.
Figueiredo me comparava a Roberto Marinho e Victor Civita, dos quais não tinha boa opinião: só o procuravam, dizia ele, para pedir favores de alto calibre. Evidente a confusão no confronto: Marinho e Civita são patrões e eu sou um profissional de imprensa. Há hoje em dia quem me pretenda empresário, apresso-me a esclarecer: faltam-me tino e espírito para tanto. Deu-se apenas que, depois de sair da Veja em fevereiro de 1976 ao me demitir para não levar um único escasso tostão do dono da Editora Abril, tive de inventar os meus empregos. De sorte a garantir um salário, até agora indispensável.
Perdoem se me alongo no assunto, mas os leitores, sempre generosos, entenderão ao cabo a sua pertinência. No caso da CartaCapital deixo claro que nunca vi a cor de um dividendo, o emolumento que costuma premiar os empresários. Não vi porque não houve. Sobra o salário, muito, incrivelmente inferior ao de qualquer diretor de redação da chamada grande imprensa. E nem se fale dos senhores da mídia eletrônica. As redações espelham a situação social do País com alguma fidelidade. Os graúdos ganham mais do que os colegas do mundo pretensamente primeiro, os miúdos ficam a léguas de distância a viver o terror da demissão.
Disso tudo, e razões outras, resulta um jornalismo de péssima qualidade. [...]
Leia todo o artigo aqui no site da Carta Capital.
JK: Trabalhar com Mino Carta é o sonho de UmaFoca. De qualquer foca, acho.
Como jornalista, recebi o melhor elogio de João Baptista Figueiredo. À beira de um churrasco celebrado em 1988 em companhia de colegas de pijama, o quinto e último ditador pós-golpe, também ele já apeado, gravou um depoimento em que lá pelas tantas fala de mim. Textual: “O Mino é um chato, se pudesse reescreveria os Evangelhos, Geisel o detestava, mas ele não tem rabo preso”.
Figueiredo me comparava a Roberto Marinho e Victor Civita, dos quais não tinha boa opinião: só o procuravam, dizia ele, para pedir favores de alto calibre. Evidente a confusão no confronto: Marinho e Civita são patrões e eu sou um profissional de imprensa. Há hoje em dia quem me pretenda empresário, apresso-me a esclarecer: faltam-me tino e espírito para tanto. Deu-se apenas que, depois de sair da Veja em fevereiro de 1976 ao me demitir para não levar um único escasso tostão do dono da Editora Abril, tive de inventar os meus empregos. De sorte a garantir um salário, até agora indispensável.
Perdoem se me alongo no assunto, mas os leitores, sempre generosos, entenderão ao cabo a sua pertinência. No caso da CartaCapital deixo claro que nunca vi a cor de um dividendo, o emolumento que costuma premiar os empresários. Não vi porque não houve. Sobra o salário, muito, incrivelmente inferior ao de qualquer diretor de redação da chamada grande imprensa. E nem se fale dos senhores da mídia eletrônica. As redações espelham a situação social do País com alguma fidelidade. Os graúdos ganham mais do que os colegas do mundo pretensamente primeiro, os miúdos ficam a léguas de distância a viver o terror da demissão.
Disso tudo, e razões outras, resulta um jornalismo de péssima qualidade. [...]
Leia todo o artigo aqui no site da Carta Capital.
JK: Trabalhar com Mino Carta é o sonho de UmaFoca. De qualquer foca, acho.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Rede Globo restringe uso de mídias sociais em comerciais
A central de comercialização da Rede Globo encaminhou, através de suas afiliadas, uma comunicação para o mercado publicitário que talvez tenha sido a mais equivocada de todos os tempos.
Por decisão da Rede Globo, os comerciais não podem mais inserir o nome das redes sociais em seus comerciais. E se isso for utilizado, será cobrado MULTIPLICIDADE. Tomando como exemplo um comercial do SANTANDER, se em seu anúncio for colocado a marca ou o endereço twitter.com/santander ou facebook/Santander, isso será cobrado como multiplicidade. O uso do endereço do Twitter é o que sofre menos impacto, pois poderá ser usado @santander sem custo adicional.
Esse texto saiu no dia 17/03 do blog Eu te disse. Leia o texto completo lá mesmo.
Por decisão da Rede Globo, os comerciais não podem mais inserir o nome das redes sociais em seus comerciais. E se isso for utilizado, será cobrado MULTIPLICIDADE. Tomando como exemplo um comercial do SANTANDER, se em seu anúncio for colocado a marca ou o endereço twitter.com/santander ou facebook/Santander, isso será cobrado como multiplicidade. O uso do endereço do Twitter é o que sofre menos impacto, pois poderá ser usado @santander sem custo adicional.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Super seleção na República Capitu
Ok, gals, estamos em plena seleção, com 11 candidatas que chegaram até o final. As visitas começaram ontem e terminam hoje e já temos três que se destacaram das candidatas do primeiro dia. Mas como é só uma vaga na República Capitu, cabeças vão rolar, e serão 10 até o final.
Sobre isso, comentei no twitter que na próxima vez vamos fazer provas para as candidatas porque a disputa tem se acirrado cada vez mais. Foram quase 2 mil visualizações no nosso anúncio nos Classificados UFSC. Bem, a prova então, seria mais ou menos assim:
Primeiro o teste escrito
1. Se vc vê um bêbado caído na rua, vc:
( ) chuta que é macumba,
( ) chama o SAMU,
(X) encaminha ao bar mais próximo
2. Vc está na rua e seu salto quebra vc:
( ) quebra o outro salto e continua,
( ) vai descalço,
( ) volta prá casa,
(X) salto é coisa de patricinha
3. Os vizinhos reclamam do barulho, vc:
( )finge que não ouviu,
( )culpa o cachorro,
(X)põe cocô na caixa de correio deles,
(X)convida prá festa
Agora os testes práticos
Primeira prova: Quem recolhe cocô de cachorro mais rápido
Segunda prova: Quem lava a louça quebrando menos pratos
Terceira prova: Quem corta a grama levando no máximo três choques
Quarta e última prova: Quem consegue calar o cachorro quando o lixeiro passa ou o correio chega
Sobre isso, comentei no twitter que na próxima vez vamos fazer provas para as candidatas porque a disputa tem se acirrado cada vez mais. Foram quase 2 mil visualizações no nosso anúncio nos Classificados UFSC. Bem, a prova então, seria mais ou menos assim:
Primeiro o teste escrito
1. Se vc vê um bêbado caído na rua, vc:
( ) chuta que é macumba,
( ) chama o SAMU,
(X) encaminha ao bar mais próximo
2. Vc está na rua e seu salto quebra vc:
( ) quebra o outro salto e continua,
( ) vai descalço,
( ) volta prá casa,
(X) salto é coisa de patricinha
3. Os vizinhos reclamam do barulho, vc:
( )finge que não ouviu,
( )culpa o cachorro,
(X)põe cocô na caixa de correio deles,
(X)convida prá festa
Agora os testes práticos
Primeira prova: Quem recolhe cocô de cachorro mais rápido
Segunda prova: Quem lava a louça quebrando menos pratos
Terceira prova: Quem corta a grama levando no máximo três choques
Quarta e última prova: Quem consegue calar o cachorro quando o lixeiro passa ou o correio chega
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Les Miserables
Essa obra do romancista francês Victor Hugo (1802 - 1885), mostra porque ele é considerado um ativista político de sua época. Outros dois livros de Victor Hugo são muito conhecidos: O corcunda de Notre Dame e Os trabalhadores do mar. Les Miserables foi publicado em 3 de abril de 1862, numa época em que a França já havia passado pelas revoluções que marcaram sua história política.A história de Os Miseráveis gira em torno de um personagem central, Jean Valjean, libertado após passar 19 anos na cadeia por roubar pão para sua família e pelas tentativas de fuga. O período é entre duas grandes batalhas da França: a Batalha de Waterloo (1815) e os motins de junho de 1832. O livro tem cinco volumes, personagens e enredo marcantes que eternizaram a obra.
O enredo virou musical da Broadway e ganhou versões em vários países, inclusive no Brasil. Uma das canções do musical, cuja versão original completou 25 anos, ficou famosa na voz da cantora Susan Boyle, I Dreamed a Dream.
No vídeo abaixo você pode ver o trailer da versão espanhola do musical.
Abaixo o trailer da Brodway:
Infelizmente a versão brasileira não foi gravada e não há vídeos de qualidade para mostrar aqui, mas segundo li por aí e ví nos vídeos amadores, não deixou a desejar em relação à Broadway. No vídeo abaixo, você pode ver uma das canções do musical brasileiro, Só Mais Um.
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